Foi de um encontro despretensioso que nasceu Oceana, duo formado por Ced e Ana Rafaela, ele, de raízes franco-paulistanas regadas, desde a infância, pela bossa nova e MPB; ela, cuiabana de alma solar, que encantou Claudia Leitte no palco do The Voice Brasil. Juntos, compuseram diversas músicas, dividiram palcos e encontraram na parceria uma identidade musical que flui entre o pop moderno e a tradição da bossa e da MPB. O resultado dessa união foi o lançamento de “Vem Cá”, single de estreia do projeto, já disponível em todos as plataformas de música, com visualizer no YouTube.
A produção, assinada por Tomás Tróia, apresenta uma sonoridade que combina sintetizadores e baixo 808 à essência da música brasileira, com o toque orgânico do violão de nylon, marca que deve acompanhar o duo em suas próximas canções, que tem como inspiração nomes como duo ÀVUÀ, ANAVITORIA, Benziê e Lagum, além de Dua Lipa e Harry Styles.
Em entrevista exclusiva ao Sua Setlist, o duo conta mais detalhes sobre o projeto, os resultados deste lançamento e as novidades previstas para 2026. Confira:
“Vem Cá” é o primeiro single da carreira de vocês. Como foi o processo criativo por trás dessa faixa de estreia?
“Vem Cá” surgiu de mais um momento leve e descontraído com o violão em mãos. Queríamos retratar os pensamentos dos primeiros encontros. Quando ainda estamos sem jeito para falar o que pensamos, mas quando saímos pela porta o sentimento que bate é o da vontade de viver tudo aquilo de novo.

A música já começou a gerar repercussão nas redes e entre quem acompanha vocês? Como vocês receberam esse primeiro retorno do público? Algo surpreendeu?
Fomos muito bem recebidos pelo público nos nossos shows ao apresentarmos a música antes mesmo do lançamento. E essa boa recepção tem aconteceu nas redes. Ficamos muito felizes com as reações da galera!
O visualizer de “Vem Cá” bateu mais de 100 mil visualizações. Como pensaram no que trariam nele e o que vocês buscaram transmitir visualmente?
Por ser o primeiro lançamento do duo a gente apostou em cores vibrantes e uma estética chique e elegante. Quisemos entregar um pouco de mistério e romance.
Vocês fizeram recentemente o primeiro show oficial como Oceana. Que sensações ficaram dessa estreia ao vivo?
Foi extremamente gratificante poder cantar as nossas canções pela primeira vez aberta ao público. Além de ter sido uma honra fazer nosso show de estreia no Centro Cultural São Paulo.

Houve algum momento do show que marcou vocês de forma especial, seja pela energia da plateia, por improviso ou por realização pessoal?
Teve um momento em que começou a chover, e foi necessário mudar a disposição do palco e da plateia. E mesmo assim o público continuou lá, cantando, sorrindo e dançando. Permaneceram conosco até o final, finalizando aquela tarde com abraços calorosos, elogiando canções e surpresos com a qualidade das nossas canções autorais.
Como vocês descrevem a conexão que o público criou com “Vem Cá” durante esse show? Foi diferente da sensação que tinham no ao vivo antes de lançá-la?
Sim. Foi um dos pontos altos do show. É gratificante ver a galera cantando a música junto com a gente. Parece que agora faz mais sentido cantá-la no show. E é engraçado que mesmo quem não conhece, acaba cantando.
O Oceana está nascendo agora, mas já com uma identidade muito clara. O que vocês consideram essencial para definir essa sonoridade e estética que estão construindo?
Antes de tudo vem a nossa conexão entre nós dois. A partir das nossas conversas, risadas e referências, surgem as nossas ideias. A ideia é buscar uma sonoridade aconchegante e ao mesmo tempo diferente de tudo que fizemos nas nossas carreiras solo até agora.
E olhando para 2026, o que vocês podem adiantar? Vem mais música, shows, projeto visual… ou alguma surpresa que os fãs não estão esperando?
Estamos planejando gravar as músicas que já temos e rodar com alguns shows do nosso próximo trabalho.
Para terminar: qual seria #SuaSetlist perfeita dos últimos dias?
Vem Cá (Oceana), Beija Flor (Dominguinho), Numa Ilha (Marina Sena), Te Amar é Massa Demais (Anavitória) e A Cidade (Lagum).
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